terça-feira, 2 de setembro de 2014

ESM 4 FÓRUM SEMANA 1 (11 à 17 de Agosto 2014)

ESTÁGIO SUPERVISIONADO_4


ESM 4 FÓRUM SEMANA 1 (11 à 17 de Agosto 2014)

Olá professora Jordana, que bom que você está de volta para nos orientar, seja muito bem vinda,
Também tenho pouca experiência em docência, principalmente no ensino regular, a não ser com as etapas anteriores do Estágio Supervisionado em Música, bem como, em algumas disciplinas que nos levaram para a sala de aula, porém, tenho uma longa bagagem no que diz respeito a lidar com o ensino teológico, sou professor nessa área na Escola Bíblica Dominical por mais de 25 anos, de modo que já superei algumas das dificuldades naturais como falar em público, dominar determinado tema, por exemplo, algo que alguns colegas tiveram que enfrentar logo no início do curso. Já, em relação à ao ensino musical informal, atuei em cursos livres de música e em projetos sociais como professor de teoria musical, mesmo que da forma antiga, e como professor de violão. Dou aula num projeto social aqui em minha cidade, a mais de três anos e meio, onde daiquiri muitas experiências, a turma é muito diversificada, composta de diversas faixas etárias e níveis social de médio baixo para baixo. Porém, é um povo carente de tudo, principalmente de aprender uma arte, e a música tem lhes despertado o interesse pela arte. Mesmo tendo que dar aulas coletivas para tantos alunos diferentes e em condições não muito favoráveis, sem as ferramentas adequadas, posso dizer que tenho sedo bem sucedido, os resultados são surpreendentes, pois, muitos dos alunos se destacam tocando instrumento, compondo, e no final de cada semestre a grande maioria toca canções acompanhado os demais.
Depois de ler o texto de Jorge Lorrosa Bondia pude refletir sobre a importância da palavra para o homem como “vivente com palavra”, a experiência é aquilo que nos passa, aquilo que nos acontece, ou o que nos toca, porém, há um “saber de experiência”  cujo o excesso de informação inibe esse processo, sendo necessário separar experiência da informação, do mesmo modo que a obsessão pela opinião também o faz.
Abraço!

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