sábado, 8 de outubro de 2011

TEXTO WIKI


Universidade Aberta do Brasil-UAB
Universidade de Brasília-UNB
Licenciatura em Música
Disciplina: Tecnologias Contemporâneas na Escola 1
Professora supervisora: Cinara Barbosa
Aluno: Manoel de Souza Marques
                Realmente é grande o impacto, a revolução que o advento das novas tecnologias e das novas possibilidades que tudo isso pode proporcionar, sendo necessário refletir e tentar mudar o rumo das coisas, criar novos projetos que digam com que objetivos queremos desenvolver as redes digitais de comunicação interativa, como afirma o próprio Pierre Lévy. "... a adoção de normas e regulamentos, as políticas tarifárias contribuirão para modelar os equipamentos coletivos da sensibilidade, da inteligência e da coordenação que formarão no futuro a infraestrutura de uma civilização mundializada". É evidente que cresse a cada dia o número de pessoas que se conectam virtualmente, formando o que se denomina “ciberespaço”, “rede”. Mas também, é realidade a existência de outro universo, o universo dos excluídos digitais, são milhões de pessoas que por razões diversas não tem acesso as novas tecnologias, e na maioria dos casos, nem sabem da existência delas. Nesse sentido, seria importante perguntar: será que o problema não está na ganância da “elite” capitalista que manipula a fabricação, a distribuição e a venda dessas tecnologias? Sendo usadas de maneira responsável, tais ferramentas são, sim, meios de expressão capaz de promover cultura. Requer-se grande esforço dos setores responsáveis pela educação, fazer de tudo para que todos e não apenas alguns tenham acesso as novas tecnologias digitais, sem deixar que o uso indiscriminado dessas ferramentas produzam um efeito contrário, isto é, ao invés de promover conhecimento e aprendizagem, produzam ignorância e “viciados digitais”. O filme “O Buraco no Muro”, reflete uma infeliz coincidência com a realidade do nosso país, é que aqui, como na Índia há uma grande desigualdade social, onde os mais ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres, cada vez mais pobres. Essa grande maioria, a mais pobre, é claro, nem se quer sabe o que é um computador, e outra parte dessa maioria pobre não consegui comprar seu computador e, como se não bastasse, os custos da internet estão fora da realidade dessa massa. Ações como a do empresário indiano devem ser incentivadas e copiadas, não só no Brasil, mas também no mundo.

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